Ler Faz Crescer

Ler faz crescer. É esse o nome do mais novo projeto do Banco Itaú, que desde o dia 11 de outubro está distribuindo por todo o país oito milhões de livros infantis. Isso mesmo, são OITO MILHÕES de livros, divididos em kits com quatro histórias clássicas da nossa literatura, você pode adquirir gratuitamente se cadastrando no site. Clique aqui, saiba mais sabe o projeto e receba em até 20 dias na sua casa. Tudo o que você precisa fazer, é assumir o compromisso de ler para seus filhos, sobrinhos, primos, netos ou alunos e depois repassar para que outras pessoas possam fazer o mesmo.

Eu já recebi o meu kit. Irei ler para os pequeninos da família e depois repassar…

Acho essa uma ideia fantástica. É importante que as crianças de hoje não percam o interesse pelos livros. Nada mais gostoso que deitar e relaxar com uma historinha bacana nas mãos. Superapoio. E você?

Texto: Mey. Imagem: site Itaú

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É festaaaaaaa!

Galerinha, nesta sexta, dia 19, tem festa do Rotaract na Choperia Passatempo, em Indaial. O lucro da festa será para a compra de brinquedos para o Natal Criança Feliz, onde presentearemos as crianças mais carentes da cidade.

A animação fica por conta das duplas Dany & Rafa, Orlando & Odair e Ruan & Rafa e do DJ Tiago Mendes (House music). Colabore!

Ingressos antecipados e no local a R$15.
Mais info: mey@meyfuchter.com

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Eleições 2010

Nessa eleição, meu voto é daquele, que ao invés de gastar milhões em papéis e metais, usou o dinheiro para comprar cestas básicas, remédios, agasalhos, materiais escolares e uniformes para aqueles que necessitam.

Não é para aquele que gastou fortunas em propagandas na TV, em rádios e jornais, mas para aquele que economizou esse dinheiro público para aplicar nas escolas, nos hospitais, nas rodovias…

É para aquele, que ao invés de sujar a cidade com placas, folders e outdoors, planta árvores a favor dos cidadãos. É praquele que tenta melhorar o ar que respiramos. Que tenta chegar ao coração do eleitor e não somente na ponta do dedo dele.

É para aquele, que não perde tempo falando mal de concorrentes, mas tenta unir-se à eles, para juntos fazerem mais.

Quem faz isso como candidato… imagine só depois de eleito!

Quem faz pelo povo tem o apoio do povo. E não precisa de plaquinha, não. Não precisa de folder ou outdoor com seu nome, porque o povo sabe. Conhece. Acredita e confia.

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Todos na fazenda pelo Haiti

Enquanto muitos já esqueceram a tragédia no Haiti no início do ano, a Zynga não. Aproveitando o sucesso do jogo Farmville, o mais popular na rede social Facebook, com 61.965.319 usuários ativos em agosto, a produtora de games estadouniense está de volta em campanha pelo país, em parceria com a FATEM – uma organização sem fins lucrativos, fundada em 2006 por um grupo de ex-alunos da cidade de Mirebalais, no Haiti, que visa levar informação e tecnologia para as pessoas da região e ajudar no avanço da economia e educação.

Juntas, a Zynga e a FATEM iniciaram o projeto Escola da Escolha, que se destina a satisfazer as necessidades dos haitianos que vivem na mais extrema pobreza. O foco da escola é a qualidade da educação, geração de renda e alfabetização financeira.

Desde a noite de sábado, está disponível na caixa de presentes para os usuários do jogo, uma mochila que deverá ser enchida com materiais escolares. Esses materiais são enviados pelos amigos e vizinhos da fazenda. O objetivo, é que seja enviado um total de 400 milhões de materiais para que a Zynga doe 100 mil dólares para a construção de uma escola. Em menos de 24h, 100 milhões de materiais escolares já foram enviados.

Além disso, as sementes doces estão de volta. É possível doar ao Haiti, através da compra de sementes de beterraba, cujo rendimento é 100% revertido para o projeto Escola da Escolha.

   

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Who the fuck…

is Jeremy?

Quem é fã ou curte um pouco a banda Pearl Jam, certamente conhece a clássica canção Jeremy.

Lançada em 1991, a música faz parte do primeiro álbum da banda, Ten.

Mas… Quem é o Jeremy?

A canção foi baseada em duas histórias verídicas. A primeira e principal inspiração teve como base um artigo de jornal sobre um garoto de 15 anos chamado Jeremy Wade Delle, da cidade de Richardson – Texas (EUA), que atirou em si mesmo em frente à sua turma de Inglês na escola, na manhã de 8 de Janeiro de 1991.

Delle era descrito como um menino “realmente quieto” e conhecido por estar sempre triste.

Após entrar tarde na sala, naquela manhã, foi pedido ao Delle que fosse buscar permissão de entrada na secretaria. Ele saiu da sala e retornou com um revólver Magnum 357. Delle caminhou até a frente da sala e anunciou: “Tenho aquilo pra que realmente vim”. Colocou o cano da arma na boca e puxou o gatilho antes que a professora ou algum aluno pudesse reagir.

Questionado sobre a música, em uma entrevista em 2009, Eddie Vedder disse que sentiu “necessidade de pegar aquele pequeno artigo e transformar em algo grande, de importância, dar ação e reação”.

A outra história na qual a canção é baseada tem como protagonista um estudante que Vedder conhecia de sua turma de escola em San Diego – Califórnia.

Na entrevista, ele comentou: “ Conheci um menino na escola que fez a mesma coisa, mas não acabou com sua própria vida, mas saiu atirando pela sala de oceanografia da escola [....] acho que a música diz muito. Acho que vai a qualquer lugar e muitas pessoas interpretam de maneiras diferentes. Apenas recentemente tenho falado sobre o significado por trás da letra e espero que ninguém tenha se ofendido e acreditem, eu penso em Jeremy quando a canto”.

Para relembrar Jeremy, dá o play, macaco!


P.S – Desculpem a má formatação, eu não consegui arrumar o texto aqui no WordPress :$

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I can´t handle death!

Semana passada aconteceu algo muito triste, chocante e terrível lá aonde trabalho: fizeram seguro de vida pra mim.

Não que não seja algo legal (concluí que pode realmente ser legal, após pensar muito no assunto), porém me lembrou de algo que havia esquecido há muito tempo: vou morrer.

Sim, todos nós vamos morrer um dia. Eu sei disso, claro, mas não é algo que me faz bem, lembrar.

É como quando alguém termina um namoro e volta a sair com os amigos e não para em casa, para não ter lembranças do rompimento, pois é doloroso demais.

É como lembrar que o SBT parou de transmitir Doug e O Fantástico Mundo de Bob e outros desenhos tão legais que você nunca perdia e agora só tem Bob Esponja.

É como lembrar que o Lula foi eleito não uma, mas duas vezes e lá vem a Dilma…

É do tipo de coisa que você sabe que acontece ou aconteceu, mas não consegue evitar e simplesmente não consegue aceitar.

Eu não consigo lidar com a morte.

Não sei por quê. Cada vez que morre alguma pessoa conhecida eu fico muito mal.

Começo a pensar na família dela, na vida dela, o que ela teria pela frente e não poderá mais desfrutar. Penso em como a morte ocorreu e penso nessas coisas por pelo menos um mês e garanto que não queria ser assim. Não me faz bem.

Eu tenho uma mania horrível (e talvez nem devesse compartilhar isso) de imaginar todas as pessoas que conheço morrendo. Não desejo isso a ninguém, não mesmo. Mas minha mente viaja demais e acho que isso acontece porque sei que vai acontecer um dia e quero estar preparada.

Nós reclamamos o tempo todo, de tudo e todos. A comida não está boa, o dia passou voando e não conseguimos fazer nada. Os professores passam muitos trabalhos. O chefe tá de mal humor. Choveu demais e estragou minha chapinha. O fim de semana é muito curto e nem consegui descansar… ufa!

Eu me assustei pensando em como reclamamos demais, todos os dias, por coisas tão pequenas.

Temos uma vida só, certo? (Alô, espíritas!). A menos que você tente suicídio você não sabe como ou quando vai acabar. Então cada vez que for reclamar do arroz que grudou na panela, porque sua mãe tava na correria entre o trabalho e o almoço (e você é vadio demais pra preparar sua própria comida), lembre que pode ser sua última refeição e saboreie com prazer! E um pouquinho de Sazon.

Justamente por não saber quando vai chegar a minha hora, eu vivo ansiosa, estressada, tentando fazer tudo de uma vez, tentando pular alguns degraus no meio da escada e venho esquecendo do mais importante, que é a alegria da jornada. que quando eu chegar aonde almejo, estarei bem mais velha e olhando pra trás me perguntando: por que passou tão rápido?

Porque não olhei pros lados e aproveitei cada segundo. Porque minha ânsia de viver tem me tirado muitos pedacinhos de vida.

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Enjoy the Silence

Eu adoro Depeche Mode. E como!
E uma das minhas músicas favoritas é Enjoy the Silence, que completou 20 aninhos em janeiro.

Vivaaaaaa!!!

E pra comemorar (nunca é tarde demais) eu separei pra vocês algumas versões já feitas dessa música. E acreditem, são muitas!

Lacuna Coil
 

Yvan & Dan Daniel Remix

 Linkin Park remix

Wrecked Machines Remix

Psy Trance

Breaking Benjamim

HIM

E claro, a ORIGINAL, pra fechar com chave de ouro branco!

Eu prefiro a versão original. Das outras, gosto muito do remix feito pelo Linkin Park, apesar de não curtir muito a banda e acho a do HIM a pior.

E vocês, qual a versão favorita?

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Eu quero escrever!

Quando pediram para que eu encaminhasse meus textos para análise, fiquei sem reação.
Tudo o que eu mais queria era uma oportunidade de fazer da minha maior paixão o meu trabalho. Se eu ouvisse um “não” ficaria triste mas talvez por dentro aliviada por não ter de mostrar minhas escritas e ser julgada. Com o tempo, acabaria me conformando, com a idéia de que “tentei”. Mão não é isso que quero. Eu quero escrever.

Cresci lendo e escrevendo, fui elogiada por quase todos os professores e fiz até um discurso para o ex-governador. Mas não havia nada. Nem uma palavrinha.

Ao menos, nenhuma palavra que eu achasse que valeria a pena ser encaminhada, porque, na verdade, sempre acho que meus textos parecem bobos e mal feitos depois de prontos.

Engraçado pensar que alguém que adora ler e escrever, não quer que leiam suas escritas. Vergonha? Talvez. Isso explicaria porque já excluí todos os 5 blogs que já comecei.
Sou muito insegura em alguns aspectos. Principalmente quando se trata de redação, pois eu adoro escrever.

Não adianta pensarmos que as coisas que mais gostamos de fazer são as mais fáceis para nós. Não são. Porque justamente isso nos faz mais receosos a cerca dos resultados. As pessoas são mais cobradas quando fazem o que gostam, como se isso fosse sinônimo de perfeição. Mas é a prática que leva à perfeição ou ao mais próximo disso.

Nós crescemos descobrindo coisas e ao longo da vida percebemos que gostamos e nos adaptamos bem à muitas coisas delas. Isso é dom. Talento. Alguns deles utilizaremos por necessidade e outros por satisfação. Ambos serão bem executados, caso praticados.

Eu quero deixar de ser insegura e fazer o que sempre me imaginei fazendo. Eu quero escrever. Eu vou aprender.

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A origem do Universo

Vi ontem no jornal que os cientistas conseguiram simular a explosão do Big Bang – considerada por eles como o início do universo.

Mas, para quê?
Quero dizer, foram investidos mais de US$ 10 bilhões neste projeto (além de mais US$ 40 milhões em reparos em 2008) e quais as vantagens que nos trará? Não é como se descobrir como o universo foi criado nos trará algum benefício ou mudará nossas vidas. Não as nossas, mas talvez de uns poucos, como sempre acontece.

Acredito que se Deus quisesse que soubéssemos como o mundo foi criado, teria deixado anotações escondidas em algum lugar.

Brincadeira à parte, deixo claro que não sou contra a ciência ou tecnologia.
Ambas têm trazido muitos benefícios para nossas saúdes e vidas. Porém, para tudo há um limite, mesmo que não conseguimos identificar de imediato qual é, e não está sendo respeitado.

A AIDS, por exemplo é suspeita de ter sido criada em laboratório (dentre outras teorias). Logo, fica claro que muitos dos experimentos em prol da saúde dão de certo e não temos conhecimento do que acontece com eles. Não são divulgados. Besteira? Evitar pânico? Possíveis.

A história da Torre de Babel é usada para explicar a existência de muitas línguas e raças diferentes. Mas porque Deus, após milhares de anos após o surgimento da espécie, resolveria que existiriam povos com culturas e línguas diferentes?
Para evitar que o ego e a ganância do homem o levassem à brigas e guerras? Sim. E o não aprendemos.

Continuamos estudando, inventando coisas, cruzando barreiras, descobrindo riquezas em outros paízes e roubando e lutando por poder.

Mas o ser humano não aceita que é limitado. Há coisas que não foram feitas pare se ter conhecimento e não tivéssemos, seríamos muito mais felizes.

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Não é “apenas” um gato, quando te conforta e te dá carinho.
Quando te escuta e tudo parece compreender.
Não é “apenas” um gato quando vê a tristeza em seus olhos e parece compartilhar,
Se acomodando em seu colo ou ao seu lado e tentando te alegrar.
Brinca de esconder. Brinca de pegar. Parece gente, quer falar. Falar que gosta de você.

É independente, mas é dependente. Depende de você.

Não era apenas um gato.
Seu nome era Fredinho.

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